A expressão Imprensa Marrom surgiu no final do século XIX, quando dois grandes jornais americanos disputavam o direito de poder publicar em suas páginas as primeiras edições de tiras em quadrinhos.
O nome se refere a um método usado por jornais (alguns outros meios de informação também) para que a audiência cresça, independente do método que eles usem, que geralmente é sensacionalista, não dando muita importância para a legitimidade da notícia. Embora ainda haja controvérsias sobre o significado, sendo que para alguns se trata de manipulação, e não sensacionalismo.

E em qualquer ocasião, os jornais ou revistas não tem qualquer direito de exercer a função de órgãos ou atividades de terceiros que não lhe dizem respeito, como por exemplo a polícia.
Existe uma grande diferença entre seguir a linha editorial da imprensa e omitir a mesma para o público. Não há problema algum em fazer isso, mesmo porque os maiores jornais e revistas do mundo fazem isso. Mas no momento em que eles seguem a própria linha editorial, precisam deixar claro para as pessoas que determinada notícia está sendo veiculada de acordo com o ponto de vista deles. No momento em que isso é omitido, já é um caso de manipulação e sensacionalismo, o que é completamente antiético.
Alguns meios de veiculação de notícia não têm o menor senso de ética, sendo que quando ferem os direitos de alguém, seja por informações falsas ou distorção, geralmente vão parar na justiça. Claro que estamos falando de países onde a democracia prevalece, já que em alguns o próprio governo omite e distorce as informações.
Aqui no Brasil, por exemplo, o processo judicial é o mais comum de acontecer quando isso ocorre, e a imprensa é condenada a se retratar financeiramente. Esse tipo de notícia pode ferir a qualquer um: pessoas físicas, celebridades, pessoas jurídicas, empresas concorrentes, e os próprios leitores, que ao ferir a ética do jornalismo, conduzem as pessoas com menos senso crítico a acreditar em informações que claramente são falsas. Muito disso é visto na política, por exemplo, e acaba tirando o discernimento das pessoas a acreditar no que é real.
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